No que diz respeito ao petróleo, as compras em pânico até agora na segunda-feira têm se concentrado no Japão e na Coreia do Sul. A China (e, em certa medida, a Índia) estão reagindo de forma mais calma. Claro, ambos têm acesso a milhões de barris em armazenamento flutuante tanto da Rússia quanto do Irã, o que faz uma grande diferença.