O Canadá está sob escrutínio após a morte, em dezembro de 2025, de Kiano Vafaeian, de 26 anos, sob o programa de Assistência Médica para Morrer (MAID). Embora ele vivesse com diabetes tipo 1 e deficiência visual, sua família argumenta que sua "depressão sazonal" e dificuldades de saúde mental foram os principais motivos, gerando indignação quanto ao amplo alcance da lei. Vafaeian já havia sido negado ao procedimento em 2022, mas sua aprovação final levou sua mãe, Margaret Marsilla, a alegar que ele não estava mentalmente apto para consentir. Ela afirma que o sistema falhou em proteger seu filho, alimentando um debate nacional sobre a ética da eutanasia de pacientes não terminais com condições psiquiátricas.