A minha crítica à atual utilização generalizada de "deep tech" é que não significa realmente nada. Parece apenas significar qualquer coisa que não seja software (ou seja, o status quo) neste momento, o que é uma visão de mundo negativa (ou seja, afirma o que o futuro não deve ser em vez do que deve ser, sendo apenas este último uma tese real de VC). Portanto, concluo: > Os VCs estão, de forma niilista, a "pivotar" para "deep tech" agora para se exibir perante os LPs sem fazer promessas explícitas sobre o que irão financiar. Pode ser qualquer coisa que seja simultaneamente "nova" e "quente" (o que cria uma história interessante para os LPs, mas não compromete a empresa a fazer ou acreditar em algo em particular) > Investir realmente em fundadores que estão a construir empresas na vanguarda da ciência (que é a minha definição de "deep tech", e requer uma tese ou crença afirmativa) é, por definição, um desporto marginal > É um desporto marginal, pois introduz mais risco idiossincrático/mercado do que a maioria das empresas está estruturada para assumir ou pode financiar Tudo isto para dizer que não acho que o investimento real em deep tech será mainstream.